5 livros que todo Liberal deveria ler [com o Dep. Marcel Van Hattem/NOVO-RS]



  Estamos vivendo em um momento de muita tensão no cenário político nacional, se antes os conflitos por linhas ideológicas se concentravam entre os parlamentares, hoje o cidadão comum brasileiro tem se mostrado interessado e engajado em participar desse debate. Contudo, a pauta dessa discussão está predominantemente atrelada as idéias do que chamam de políticas de esquerda e direita
  Porém, há também no Brasil, um movimento de pessoas que fogem a regra dessa dicotomia, os Liberais são alguns deles e garantem que suas propostas podem ser uma boa solução para problemas peculiares dessas frentes tradicionais.

  Marcel Van Hattem é uma dessas novas caras na política que defende pautas liberais como o livre mercado e menos intervenção do Estado na vida das pessoas.
  Deputado Federal e Líder do Partido Novo no Rio Grande do Sul, Marcel possui bacharelado em Relações Internacionais e especialização lato sensu em Direito, Economia e Democracia Constitucional, ambos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Obteve o grau de mestre em Ciência Política pela Universidade de Leiden e em Jornalismo, Mídia e Globalização pelas Universidades de Aarhus, na Dinamarca, e de Amsterdã, na Holanda.




Nós convidamos, então, o parlamentar para nos indicar
5 livros que todo Liberal deveria ler.


1. A Economia em uma Única Lição, de Henry Hazlitt

    Este livro é uma análise das falácias da economia, hoje tão correntes que se tornaram quase uma nova ortodoxia. A única coisa que impediu que isto ocorresse foram suas próprias contradições, que dispersaram os que aceitam as mesmas premissas e criaram uma centena de diferentes "escolas", pela simples razão de ser impossível, em assuntos referentes à vida prática, ser coerente com o erro.


2. A Lei, de Frederic Bastiat


    Escrito no ano da morte do autor, A lei é um bom diagnóstico da situação da França pós-revolucionária com relação as ideias de lei e justiça promovida por certos filósofos. Para ele, a Lei deve proteger o indivíduo, a liberdade e a propriedade privada. Infelizmente, essa mesma lei pode ser pervertida e posta a serviço de interesses particulares, tornando-se, então, um instrumento de espoliação.


3. Ação Humana, de Ludwig von Mises

    O livro, um tratado econômico, centra-se na refutação das teorias que excluem a participação humana dos processos econômicos. O núcleo do pensamento do autor é a Teoria da Ação Humana, ou Praxiologia, a ciência geral que ele busca explicar. Para ele, tudo que procuramos estudar em economia origina-se da escolha individual. O homem não escolhe apenas entre diversos bens e serviços, todos os valores humanos lhe são oferecidos como opção e submetidos às decisões individuais: o princípio da responsabilidade.

4. A Revolta de Atlas, de Ayn Rand


    Ayn Rand traça um panorama estarrecedor de uma realidade em que o desaparecimento das mentes criativas põe em xeque toda a existência. Com personagens fascinantes, como o gênio criador que se transforma num playboy irresponsável, o poderoso industrial do aço que não sabe que trabalha para a própria destruição e a mulher de fibra que tenta recuperar uma ferrovia transcontinental, a autora apresenta os princípios de sua filosofia: a defesa da razão, do individualismo, do livre mercado e da liberdade de expressão, bem como os valores segundo os quais o homem deve viver – a racionalidade, a honestidade, a justiça, a independência, a integridade, a produtividade e o orgulho.
    
5. O Caminho da Servidão, de Friedrich Hayek

    A tese central de Hayek é que todas as formas de coletivismo, seja o nazismo ou o socialismo, levam inevitavelmente à tirania e à supressão das liberdades, conforme já se evidenciava à época pelos exemplos da Alemanha Nazista, da União Soviética, e dos demais países do bloco comunista. O autor argumenta que, em um sistema de planejamento central da economia, a alocação de recursos é de responsabilidade de um pequeno grupo, sendo este incapaz de processar a enorme quantidade de informações pertinentes à adequada distribuição destes bens à sua disposição.
    

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