Opinião | Glenn Greenwald, a ponta de um iceberg conspiratório


Glenn Edward Greenwald é um escritor, advogado e jornalista Novaiorquino que ficou conhecido por publicar em 2013 a denúncia sobre o uso de programas secretos de vigilância global feita pelo ex-agente da NSA Edward Snowden.
Na época Glenn trabalhava para o jornal inglês The Guardian e viajou pelo mundo revelando detalhes sobre seu relacionamento com Snowden, inclusive no programa Fantástico, da Rede Globo que foi ao ar em Setembro daquele ano.

No Brasil, o jornalista americano, foi um ferrenho opositor ao impeachment de Dilma Roussef e um dos responsáveis por repercutir internacionalmente que a saída de Dilma foi resultado de um 'golpe'.

Nesse período, Glenn se aproximou de figuras políticas brasileiras da esquerda, como o Ex-Presidente Lula e iniciou um relacionamento amoroso com o jornalista e deputado federal pelo PSOL no Rio de Janeiro, David Miranda.

Nas últimas eleições para a Presidência, o americano chegou a postar em seu twitter que a imprensa brasileira precisava de uma "estratégia eficaz para bater Bolsonaro".



Glenn hoje é o editor-chefe e responsável pela agência de notícias The Intercept, tendente ao jornalismo investigativo, juntamente com os jornalistas Jeremy Scahill e Laura Poitras.Domingo (09) a The Intercept Brasil publicou uma denúncia contra o Ministro da Justiça Sérgio Moro e promotores do Ministério Público atuantes na Operação Lava-Jato.


Leia aqui: 

Opinião | O ativismo midiático a serviço da desinformação


O Intercept é uma agência subsidiada pela First Look Media, uma empresa de comunicação criado pelo bilionário Franco-Americano Pierre Omidyar, dono do eBay, empresa de comércio eletrônico.

Pierre aportou uma quantia de R$250 milhões ao trio de jornalistas para fundar a The Intercept. 
Junto de outros bilionários como George Soros, Michael Bloomberg e Tom Steyer, aliados dos democratas americanos contra Trump, Omidyar e seus colegas magnatas tem sido os principais articuladores da agenda esquerdista mundial através de financiamentos a instituições de viés socialista. 

As ações do grupo, que tem como principal referência Soros levaram a derrubada de governos eleitos democraticamente em diversos países, segundo relatórios da inteligência americana.

*Em janeiro de 2017, o diretor da CIA Mike Pompeo, à pedido de Trump, revelou ligações severas da Agência Central de Inteligência americana com George Soros. O jornalista especialista em inteligência e negócios internacionais, Wayne Madsen em seu artigo na Fast Foward relata:

"Vários líderes políticos da Europa Oriental e da Eurásia, incluindo os primeiros-ministros da Hungria e Eslováquia e os presidentes da República Tcheca, Sérvia e Macedônia, se queixaram da coordenação de atividades em seus territórios entre a CIA, Soros e grupos de oposição internos: foi esse tipo de coordenação que levou a “revoluções coloridas” antidemocráticas na Geórgia, Ucrânia, Quirguistão e Macedônia, que levaram à derrubada de governos democraticamente eleitos ”.

Fonte : http://futurefastforward.com/…/trump-quietly-orders-pompeo…/

Wayne ainda comenta que Trump ordenou que Pompeo cortasse todas as conexões da CIA com a multidão de organizações não-governamentais (ONGs) de Soros. A maioria desses links foi realizada através da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e do National Endowment for Democracy (NED), cifras de longa data para o envolvimento da CIA com atividades de ONGs no exterior. Uma entidade financiada pelo governo dos EUA mais recente, o Instituto de Paz dos EUA, também realizou operações subversivas em conjunto com a CIA.
"Sob as administrações de Bill Clinton, George W. Bush e Barack Obama, não era incomum que os chefes de estação da Agência Central de Inteligência nas capitais do mundo coordenassem as atividades políticas entre os funcionários da “sociedade civil” do Open Society Institute (OSI) financiados por o bilionário dos fundos de hedge George Soros e membros de governos e partidos políticos da oposição. No entanto, de acordo com as fontes do WMR na Europa, tudo cessou quando Mike Pompeo, assumiu as rédeas da CIA.", analisa Madsen. 

Enviar um comentário

0 Comentários